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O desafio do ConneXion

Nesta edição, inauguramos uma nova secção. Ao longo da revista encontrará a resposta à pergunta que lhe colocamos de seguida. Se acertar, habilita-se ao sorteio de 3 packs de experiências. 

O que significa a sigla SHYNE? 

  •  Sustainable Hydrogen Yield for New Energy 
  •  Spanish Hydrogen Network 
  •  Strategic Hub for Hydrogen and New Energies 
  •  Southern Hydrogen & Yield Network Europe  

Envia-nos a tua resposta por e-mail para  comunicacion.interna@exolum.com ou, se preferir, acede ao link e preencha formulárioPode participar até 31 de agosto

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Nesta edição

EDITA

Exolum

Direção e coordenação

Mavi de Lamor
José Antonio Galán
Gema Navarro

Consultoria, redação e conceção

ATREVIA Publicaciones

Nesta edição, contactamos com

Javier Alonso
Rui Balixa
Antonio Cores
Juan Antonio Durán
Mario González
Benoît Lamothe
Carlos Moreno
Julio de Moreta
Daniel Morrisey
Mark O’Neill
Luis Ortiz
Diego Sánchez Mangas
Juan Manuel Valverde
Jennifer Wilkinson

Tribuna

IA e cibersegurança, inovar com responsabilidade

“Estamos a promover uma estratégia de IA com mais de 100 iniciativas para acelerar o nosso Plano Estratégico” 

 inteligência artificial está a transformar a forma como trabalhamos. Todas as semanas surgem novas ferramentas que nos ajudam a analisar informação, automatizar tarefas ou tomar decisões com maior rapidez. Trata-se de uma evolução que oferece grandes oportunidades, mas que também nos coloca uma enorme responsabilidade: incorporar estas capacidades de forma segura e criteriosa

Na Exolum sabemos que inovar não significa adotar a tecnologia mais recente apenas porque sim. Significa utilizá-la para melhorar o nosso trabalho, acrescentar mais valor aos nossos clientes e continuar a operar com os elevados níveis de segurança e fiabilidade que nos caracterizam. E, para o conseguirmos, é indispensável proteger os nossos sistemas e a informação com que trabalhamos. 

Com este objetivo, estamos a promover uma estratégia de inteligência artificial que reúne mais de 100 iniciativas destinadas a otimizar operações, automatizar processos, melhorar a análise da informação e apoiar as equipas de negócio. Desta forma, a IA torna-se uma capacidade transversal para acelerar o nosso Plano Estratégico e gerar valor de forma pragmática e segura. 

Numa empresa que gere infraestruturas essenciais, a cibersegurança faz parte da atividade quotidiana.  

Não é apenas uma questão técnica nem uma responsabilidade exclusiva de uma determinada área. 

Cada pessoa contribui para manter um ambiente seguro através de ações tão simples como identificar um e-mail suspeito, proteger as suas credenciais ou utilizar corretamente as ferramentas digitais. Para reforçar esta proteção, definimos a nossa Estratégia de Cibersegurança 2026-2028, que integra 19 iniciativas destinadas a proteger os ambientes IT e OT, melhorar a nossa capacidade de resposta e reforçar a cultura de segurança em toda a empresa. 

A inteligência artificial também nos pode ajudar neste domínio. Hoje já permite detetar comportamentos anómalos com maior rapidez, identificar potenciais ameaças e agilizar a análise de grandes volumes de informação. Utilizada de forma responsável, torna-se numa aliada para antecipar riscos e reforçar a nossa capacidade de resposta

Contudo, importa não perder de vista uma ideia fundamental: a IA é uma ferramenta. Quem continua a fazer a diferença é a pessoa que a utiliza. O critério, a experiência e a responsabilidade continuam a ser essenciais para decidir quando confiar numa recomendação, quando validar um resultado ou quando agir com prudência. 

É por isso que falamos de inteligência artificial e de cibersegurança como dois elementos que evoluem lado a lado. Quanto mais incorporamos novas tecnologias na nossa atividade, maior deve ser o nosso compromisso em utilizá-las de forma segura, ética e responsável. Não se trata de travar a inovação, mas sim de garantir que ela é sustentável e gera confiança. 

Na Exolum queremos continuar a aproveitar as oportunidades proporcionadas pela transformação digital. Fá-lo-emos impulsionando novas soluções, reforçando os nossos sistemas e, acima de tudo, contando com as pessoas. Porque a melhor tecnologia é aquela que nos ajuda a trabalhar melhor, sem perder de vista aquilo que sempre definiu a nossa empresa: a segurança, a confiança e a excelência operacional. 

A transformação digital não depende apenas da tecnologia. Depende da forma como a utilizamos todos os dias. Se inovarmos com responsabilidade e atuarmos com critério, estaremos a construir uma organização mais preparada e mais segura para enfrentar os desafios do futuro.  

Javier Alonso

Global HSSE, Tech & Ops COE Director

Nós

MEXEMO-NOS

A transição energética entra numa nova fase marcada pela procura, pelas infraestruturas e pela competitividade

Apresentamos a II edição do Observatório de Tendências no contexto da transição energética, um relatório que analisa a evolução da descarbonização em Espanha e identifica os desafios e as oportunidades para avançar rumo a uma economia de baixo carbono.  

Oestudo evidencia a necessidade de implementar soluções tecnológicas em grande escala, com rapidez e custos competitivos, para alcançar os objetivos energéticos e climáticos do país. O Observatório reforça o compromisso da Exolum com a análise e a promoção de soluções que permitam acelerar uma transição energética eficiente, competitiva e tecnologicamente viável. 

Javier Goñi, CEO da Exolum, e Sara Aagesen, terceira vice-presidente do Governo.

Reflexões para o futuro

Durante a sessão de apresentação, que contou com oradores de referência do setor energético, da indústria, das administrações públicas e da Comissão Europeia, realizaram-se duas mesas-redondas. Na dedicada à mobilidade e aos transportes, foi destacada a complexidade de avançar para modelos mais sustentáveis num contexto de aumento da procura, pressão sobre os custos e necessidade de adaptar infraestruturas e soluções energéticas às especificidades de cada modo de transporte. Já no debate sobre a transição energética e a sociedade, os participantes sublinharam a importância de existir um enquadramento estável que permita mobilizar investimento, impulsionar a competitividade industrial e garantir uma transição equilibrada do ponto de vista económico e social.

O relatório conclui que Espanha entra numa nova etapa da transição energética, mais exigente e complexa, na qual a descarbonização avançará a ritmos diferentes consoante os setores. Para cumprir os objetivos do Plano Nacional Integrado de Energia e Clima (PNIEC), será necessário combinar diferentes soluções tecnológicas em função do seu grau de maturidade e das necessidades específicas de cada atividade. 

Embora o setor elétrico continue a liderar a redução das emissões,áreas como o transporte pesado, a aviação, a construção ou a indústria intensiva terão de complementar a eletrificação com combustíveis renováveis, hidrogénio e outras soluções energéticas para avançarem na sua descarbonização a curto e médio prazo. 

A apresentação do Observatório reuniu, em Madrid, destacados representantes institucionais e do setor energético e industrial. Sara Aagesen, terceira vice-presidente do Governo e ministra para a Transição Ecológica e o Desafio Demográfico, destacou que “a transição energética é fundamental para o bem-estar da sociedade” e agradeceu à Exolum o seu trabalho “como ator estratégico para a cadeia de abastecimento no nosso país”. 

Por seu lado, o nosso CEO, Javier Goñi, sublinhou que “o sucesso dos novos vetores energéticos depende da nossa capacidade para os ligar de forma eficiente aos pontos de consumo.  A nossa infraestrutura já é capaz de se adaptar a estas novas necessidades.” 

A sessão terminou com a intervenção de Jorge Guillén, CEO da Exolum Iberia, que destacou o valor do Observatório como ferramenta para identificar os progressos alcançados na transição energética e assinalar as áreas em que será necessário redobrar esforços para acelerar a descarbonização. 

Uma referência para o setor energético

O relatório combina uma visão do estado atual do sistema energético com uma análise das tendências que marcarão a sua evolução nos próximos anos, tendo em conta tanto o enquadramento regulamentar como o contexto económico. Durante a sua apresentação, especialistas das áreas institucional, energética e industrial debateram os desafios da mobilidade e dos transportes, bem como o papel da sociedade na transição energética. 

Consulte o relatório completo. 

Digitalize para ver o ato de apresentação. 

Nós

SOMOS

Fórum 2026, ligação, estratégia e trabalho em equipa

Nos dias 3 e 4 de junho, reunimo-nos em Córdoba para partilhar a nossa visão, refletir sobre os desafios que marcarão o futuro da Exolum e reforçar os laços que nos unem enquanto equipa.  

O Fórum 2026 foi, acima de tudo, um espaço para ouvir, aprender e continuar a construir, em conjunto, o futuro da nossa empresa.  

Sob o lema “Somos a energia da mudança”, realizámos um dos mais importantes encontros internos da Exolum em Espanha. Ao longo de dois dias, conduzidos por Mavi de Lamor, Communication Manager, profissionais de diferentes áreas partilharam projetos, iniciativas e perspetivas sobre os desafios e as oportunidades que irão definir a evolução do nosso negócio e o nosso papel na transição energética. 

Durante a sua intervenção, Javier Goñi, CEO da Exolum, destacou o posicionamento internacional alcançado pela empresa e a importância de continuar a avançar com base na excelência, na capacidade de adaptação e na aprendizagem contínua, elementos essenciais para enfrentar com sucesso os desafios de um contexto em permanente transformação.

Jorge Guillén, CEO da Iberia, concretizou estas mensagens no contexto da Iberia, explicando de que forma se traduzem nos principais projetos e iniciativas que irão impulsionar o crescimento da região nos próximos anos. 

Por sua vez, Steve Land, CEO da NWE, apresentou a evolução do negócio no noroeste da Europa e partilhou as oportunidades de crescimento que se abrem para a Exolum nesta região estratégica.

O Fórum foi uma experiência que nos permitiu partilhar, celebrar e fortalecer relações para além do âmbito profissional

Momentos memoráveis

O Fórum proporcionou-nos também momentos particularmente emotivos. Cristina Jaraba, People Chief Officer, recebeu uma merecida homenagem por ocasião do encerramento de uma etapa profissional marcada pelo seu compromisso, proximidade e contributo para o desenvolvimento da Exolum e das pessoas que fazem parte da empresa.

A atuação de um quarteto de cordas da Escola Superior de Música Reina Sofía, da qual somos mecenas, e uma noite em que desfrutámos de um magnífico espetáculo equestre completaram uma experiência que nos permitiu partilhar, celebrar e fortalecer relações para além do âmbito profissional.  

Obrigado a todas as pessoas que tornaram possível este encontro e a todos os que nele participaram ativamente. Espaços como o Fórum recordam-nos a importância de partilhar conhecimento, aprender uns com os outros e continuar a avançar juntos rumo aos próximos desafios da Exolum.

Desenvolvemos um terminal de armazenamento de CO₂ no porto de Bristol

A sociedade Exolum 7CO₂ irá promover uma infraestrutura estratégica que permitirá à indústria do sudoeste de Inglaterra, das Midlands e do sul do País de Gales ligar-se ao ecossistema de captura, transporte e armazenamento de carbono (CCUS) do Reino Unido.  

O terminal, que ficará localizado em Avonmouth, no porto de Bristol, facilitará o acesso dos setores industriais da região a soluções de captura e armazenamento de carbono, ajudando-os a avançar nos seus objetivos de redução de emissões. A sociedade Exolum 7CO₂ , constituída em conjunto com a Severnside Carbon Capture and Shipping Hub e a Técnicas Reunidas, será responsável pelo investimento, desenvolvimento e entrada em funcionamento do projeto. 

Prevê-se que o terminal entre em funcionamento a partir de 2031 e processe até seis milhões de toneladas de CO₂ por ano

Flexibilidade

A futura instalação foi concebida como um hub logístico aberto, flexível e escalável, preparado para responder às necessidades de diferentes setores industriais. Permitirá o transporte de CO₂ tanto por via ferroviária como marítima, favorecendo uma implementação progressiva e eficiente das cadeias de valor associadas à captura e armazenamento de carbono. 

Está previsto que o terminal entre em funcionamento a partir de 2031 e processe até seis milhões de toneladas de CO₂ por ano. Esta capacidade contribuirá para apoiar a transição energética do Reino Unido e facilitar a descarbonização de indústrias difíceis de eletrificar. 

Além disso, o projeto poderá favorecer o desenvolvimento de novas atividades industriais ligadas à transição energética, como a produção de combustíveis sustentáveis ou a instalação de centros de dados com acesso a soluções energéticas de baixas emissões.

Nacho Casajús, Senior Vice President da Exolum Global Energy Logistics, destacou: “Através da Exolum 7CO₂ colocamos a nossa experiência em logística energética ao serviço da aceleração da descarbonização industrial, mantendo os mais elevados padrões de segurança e excelência operacional.”

Acolhemos a Assembleia Geral da Shyne

O museu das nossas instalações de San Fernando-Torrejón acolheu a Assembleia Geral da associação Spanish Hydrogen Network (Shyne), que reuniu alguns dos principais intervenientes do ecossistema do hidrogénio renovável em Espanha.

Como um dos nove parceiros promotores desta associação, fomos anfitriões de uma jornada durante a qual foram partilhados os progressos de diferentes projetos industriais ligados ao desenvolvimento do hidrogénio renovável. 

Nacho Casajús, SVP Global Energy Logistics, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o valor da Shyne como uma “plataforma de colaboração multissetorial que integra os diferentes elos da cadeia de valor do hidrogénio renovável”. Por sua vez, Irene Lores, VP Low Carbon, partilhou a visão da Exolum sobre o papel das infraestruturas e da logística no desenvolvimento de novas soluções energéticas. 

Um dos momentos mais marcantes da jornada foi a apresentação do autocarro i6S Efficient H2 FCEV da Irizar e da Alsa, o primeiro veículo da sua categoria na Europa movido a hidrogénio e com zero emissões. O novo modelo abasteceu na nossa instalação de Torrejón e representa mais um passo rumo a uma mobilidade mais sustentável, inteligente e conectada.

A Assembleia Geral da Shyne voltou a demonstrar a importância da colaboração entre empresas para impulsionar o desenvolvimento do hidrogénio renovável e promover a transição energética. Na Exolum continuamos a contribuir para este objetivo através do desenvolvimento de infraestruturas e soluções logísticas que facilitem o crescimento de novas cadeias de valor energético. 

Obrigado a todas as equipas que tornaram esta jornada possível!

Hyundai e Exolum impulsionam o diálogo sobre o hidrogénio com a apresentação do novo NEXO

Mais uma vez, as nossas instalações de Torrejón-San Fernando foram o palco escolhido pela Hyundai Motor España para apresentar a nova geração do Hyundai NEXO. 

O encontro serviu para partilhar conhecimento e refletir sobre o papel que o hidrogénio pode desempenhar na mobilidade e noutros setores difíceis de eletrificar.

Durante a jornada, Irene Lores, VP Low Carbon da Exolum, e Leopoldo Satrústegui, presidente e CEO da Hyundai Motor España, partilharam a sua visão sobre as oportunidades e os desafios associados ao desenvolvimento do hidrogénio, destacando a importância da colaboração entre os diferentes intervenientes do ecossistema.

Os participantes visitaram também a nossa estação de abastecimento de hidrogénio e puderam assistir ao abastecimento do Hyundai NEXO, um dos veículos de pilha de combustível de hidrogénio mais avançados do mercado. O encontro constituiu uma oportunidade para demonstrar o papel desempenhado pelas infraestruturas no impulso da transição energética, no desenvolvimento de novas soluções de mobilidade e na implementação de novos vetores energéticos.

Obrigado à Hyundai Motor España por partilhar esta jornada connosco e a todas as pessoas que contribuíram para tornar este encontro possível. 

O encontro demonstrou o papel das infraestruturas no desenvolvimento de novas soluções de mobilidade

Marcos que fazem a diferença: mais capacidade para Heathrow e Gatwick

Estamos a modernizar a estação de bombagem de Easthampstead, no Reino Unido, uma infraestrutura fundamental para o abastecimento de combustível aos aeroportos de Heathrow e Gatwick 

A Exolum está a desenvolver na NWE um dos maiores programas de investimento dos últimos anos para reforçar as suas infraestruturas no Reino Unido: um plano de quatro anos dotado de 240 milhões de libras (277 milhões de euros).  

Para dar visibilidade a este esforço, Steve Land, CEO da NWE, lançou Milestones That Matter, uma série que dará a conhecer os momentos-chave de alguns dos projetos mais relevantes da região. A modernização de Easthampstead constitui o primeiro desses marcos e um exemplo do trabalho que estamos a desenvolver para reforçar a resiliência e a capacidade da nossa rede. 

Dois aeroportos estratégicos

Em fevereiro, as nossas equipas concluíram a remoção das bombas e dos motores para a sua inspeção e recondicionamento especializado, um passo fundamental para preparar a fase seguinte do projeto. 

O objetivo é aumentar o caudal de combustível de aviação transportado através do oleoduto que abastece os aeroportos de Heathrow e Gatwick, reforçando a capacidade de um troço crítico para o fornecimento energético destas duas infraestruturas. Para tal, voltaremos a instalar as bombas juntamente com novos motores, sistemas de vedação e variadores de frequência. Além disso, será construída uma nova sala de quadros elétricos para dar suporte à infraestrutura modernizada.

Embora externamente a estação quase não sofra alterações, a atualização terá um impacto significativo no seu desempenho. As melhorias irão aumentar a fiabilidade da instalação, reduzir os riscos operacionais e preparar a infraestrutura para responder às futuras necessidades energéticas do setor, incluindo combustíveis com menor pegada de carbono.

Está previsto que a modernização esteja concluída no final de 2026.

Impulsionamos a primeira associação espanhola de operadores de combustível aeroportuário

A Exolum, em conjunto com a Terminales Canarios e a Servicios Logísticos de Combustibles de Aviación (SLCA), criou a Associação Espanhola de Operadores de Abastecimento a Aeronaves e Armazenamento de Combustível em Instalações Aeroportuárias, a primeira organização que representa os operadores deste setor em Espanha.

A nova associação nasce com o objetivo de dar uma voz comum ao setor perante os desafios regulatórios, tecnológicos e ambientais, bem como de representar uma atividade essencial para garantir a operacionalidade do transporte aéreo, a segurança do abastecimento e a conectividade dos territórios. 

Esta iniciativa representa um passo importante para reforçar a colaboração entre os operadores e promover um diálogo mais estreito com as administrações públicas, os organismos reguladores e os gestores aeroportuários. Além disso, contribuirá para impulsionar um setor cada vez mais seguro, eficiente e sustentável. 

Iván Saco, presidente da associação e VP Commercial Airports da Exolum, destacou que: “A associação nasce com o objetivo de reforçar a colaboração entre os operadores do setor e de atuar como interlocutor junto das administrações públicas, dos organismos reguladores e dos gestores aeroportuários.” Acrescentou ainda: “Queremos contribuir para o desenvolvimento de um setor cada vez mais seguro, eficiente e sustentável.” 

As Canárias serão um dos territórios de referência para a atividade da associação, tanto pela presença histórica dos operadores fundadores como pela relevância estratégica que o transporte aéreo tem para a conectividade e o desenvolvimento económico do arquipélago. 

A Exolum, reconhecida entre as Best Company for All Talent 2026

A Exolum foi reconhecida como uma das Best Company for All Talent 2026, distinção atribuída pela Equipos & Talento às organizações mais comprometidas com a atração, integração, desenvolvimento e retenção de talento.

Este reconhecimento valoriza o nosso compromisso em construir um ambiente onde as pessoas possam crescer profissionalmente, desenvolver todo o seu potencial e contribuir para o sucesso da empresa.

Cristina Jaraba, Chief People Officer, e Diego López, Portfolio Manager, receberam o galardão durante a cerimónia realizada no Teatro Real de Madrid, que reuniu algumas das organizações de referência em Espanha na área da gestão de pessoas.

Integramos o Patronato da Fundaçao Conselho Espanha-Austrália

Passámos a integrar o Patronato da Fundaçao Conselho Espanha-Austrália, um passo que reforça o nosso compromisso com o fortalecimento das relações entre os dois países e com o incentivo à colaboração entre as respetivas comunidades empresariais.

Agradecemos o caloroso acolhimento que recebemos por parte da Fundação e dos seus membros, em especial de Joaquín Mollinedo, Luis Fonseca, Raffaella Ferreccio e das restantes organizações que integram esta iniciativa. Estamos convictos de que contribuiremos para o desenvolvimento de novas oportunidades de colaboração e para o reforço dos laços económicos, institucionais e culturais entre Espanha e a Austrália. 

Impulsionamos a inovação e aderimos à BIND

Passámos a integrar a BIND, a plataforma de inovação aberta promovida pelo Departamento de Indústria, Transição Energética e Sustentabilidade do Governo Basco, que liga grandes empresas a startups tecnológicas de todo o mundo. 

Fazer parte deste ecossistema permitir-nos-á identificar novas tecnologias e soluções inovadoras que contribuam para impulsionar os nossos negócios, melhorar as nossas operações e continuar a avançar em áreas-chave para a transição energética. 

Partilhamos talento com a Fundação Transforma España

Nas nossas instalações de Torrejón acolheram uma nova edição do Programa Anfitrião da Exolum, integrado no Programa Multicompanhia de Talento da Fundação Transforma España.

Durante esta jornada recebemos 20 profissionais de empresas como a Michelin, ING, Grupo Lar, Ormazabal, NTT DATA, MasOrange, Stellantis e Grupo Enhol, com quem partilhámos a nossa atividade, a nossa história e alguns dos projetos que estão a moldar o futuro da Exolum. 

Este tipo de iniciativas promove a troca de experiências, a aprendizagem entre profissionais de diferentes setores e a criação de novas oportunidades de colaboração. 

O NOSSO ESPECIALIST

A excelência operacional como motor da transição energética

Mark O’Neill
NWE Operations Director

A excelência operacional faz parte do ADN da Exolum e continuará a ser um dos pilares do nosso desenvolvimento futuro. Mark O’Neill partilha a sua visão sobre a importância deste conceito num contexto energético em permanente transformação. 

O caso de sucesso de Immingham

A relevância deste projeto não reside apenas na inovação que incorpora, mas também na forma como foi desenvolvido. Em Immingham, foram adaptados tanques, tubagens e cais existentes através de um planeamento rigoroso, de exigentes controlos de segurança e de um investimento progressivo. 

Em vez de construir novas infraestruturas de raiz, o projeto demonstra como uma gestão eficiente e uma visão de longo prazo permitem adaptar ativos existentes para responder às novas necessidades energéticas de forma segura, fiável e sustentável. 

Durante a Semana da Energia, realizada em Londres, tivemos a oportunidade de nos reunir com clientes, parceiros e colaboradores que fizeram parte da nossa trajetória ao longo dos anos. Foi um espaço muito enriquecedor para debater alguns dos grandes desafios colocados pela transição energética e refletir sobre o papel que todos temos na forma como os enfrentamos. 

Houve uma ideia que surgiu repetidamente em muitas das conversas: transformar palavras em ações depende, em grande medida, da excelência operacional.  

Enquanto empresa, fizemos dela uma prioridade estratégica. É ela que reforça as nossas capacidades, reduz o risco, melhora a fiabilidade das nossas operações e consolida a Exolum como um parceiro de referência na logística energética essencial.

Respostas estratégicas

Nesta nova etapa, marcada pelo nosso Plano Estratégico, a adaptação a um mercado energético em rápida evolução não dependerá apenas da nossa visão de futuro. Exigirá também infraestruturas resilientes, capazes de evoluir e responder a novas necessidades, geridas de acordo com os mais elevados padrões de qualidade, segurança e eficiência. Neste contexto, a excelência operacional deixou de ser apenas uma expectativa: é uma resposta estratégica perante a incerteza. 

Um exemplo recente desta abordagem é o lançamento do nosso serviço de abastecimento de biometanol em Immingham, o primeiro serviço comercial deste tipo no Reino Unido. A entrada em funcionamento deste projeto demonstra como a excelência operacional nos permite responder com agilidade a novas oportunidades, tirando partido de ativos e infraestruturas já existentes. 

Infraestruturas preparadas para evoluir

Este é um dos elementos-chave da nossa estratégia. À medida que o mix energético evolui, os nossos terminais terão de ser cada vez mais flexíveis e capazes de gerir, em simultâneo, combustíveis convencionais, biocombustíveis e novos vetores energéticos. Alcançar este objetivo exige uma sólida gestão do risco, ativos bem mantidos e operações fiáveis.

A excelência operacional é o que permite transformar a estratégia em resultados concretos. Reduz o risco para os nossos clientes, facilita a integração progressiva de novos combustíveis e garante que as nossas infraestruturas continuam a gerar valor num contexto de transformação energética. Protege igualmente o valor dos ativos a longo prazo, assegurando que permanecem relevantes à medida que avançamos para um modelo energético diferente.

A transição energética será complexa e não avançará ao mesmo ritmo em todos os mercados. No entanto, a Semana da Energia confirmou uma convicção que considero fundamental:  o progresso depende da combinação entre ambição estratégica e disciplina operacional. Na Exolum, a excelência operacional não é algo separado da transição energética; é precisamente aquilo que a torna possível.

Emociona

EXOLUM-LIVE

Três aeroportos, três aniversários e uma década de expansão internacional

Em 2016, a Exolum, então CLH, deu o seu primeiro passo fora de Espanha ao conquistar a concessão do aeroporto de Dublin. Dez anos depois, estamos presentes em 10 países e operamos em alguns dos aeroportos mais estratégicos do mundo. 

Hoje celebramos três marcos que refletem este percurso: os aniversários das nossas operações em Dublin, Paris e Lima. Três projetos que representam o crescimento da nossa atividade na área da aviação, a nossa capacidade para gerir infraestruturas essenciais e o compromisso das nossas equipas com a excelência operacional. Parabéns a todos!

Primeira escala: Dublim

A capital da Irlanda marcou o início da nossa trajetória internacional. Quando, em janeiro de 2016, obtivemos a concessão para operar e desenvolver a instalação de armazenamento de combustível do aeroporto de Dublin, demos um passo que viria a marcar o nosso futuro. Tratava-se da nossa primeira operação internacional, realizada no maior aeroporto da Irlanda, um hub estratégico no extremo ocidental da Europa.  

Daniel Morrisseymanager do terminal, recorda esse início como “um grande passo, um movimento estratégico que lançou as bases para o crescimento futuro e permitiu à Exolum competir com outros líderes do mercado”. Na altura, a instalação dispunha de três tanques com capacidade de 1.000 m³, insuficientes para responder ao crescimento esperado da procura. Desde então, concebemos e construímos três tanques de 5.000 m³ e um novo sistema de hidrantes com 8,4 quilómetros, preparado para futuras ampliações. 

Chegados ao meio do período da concessão, o balanço é extremamente positivo, confirmando o valor de uma gestão eficiente, segura e orientada para o longo prazo. Tudo isto foi reconhecido com a distinção JIG Sustained Performance, atribuída em 2024. Mas, como resume Morrissey: “Muito foi feito, mas ainda há muito por fazer.” 

Lima: a infraestrutura mais moderna da América Latina

O aeroporto Jorge Chávez concentra 98% do combustível de aviação do Peru e constitui um hub natural para as ligações à América do Norte e à EuropaMario González Galgani, gestor do projeto, explica: “Construímos a instalação de armazenamento e a rede de hidrantes mais moderna da América Latina.”

A instalação dispõe de mais de dez quilómetros de rede de hidrantes e de uma capacidade de armazenamento que permitiu aumentar a autonomia do aeroporto de dois para oito dias.

A entrada em funcionamento do projeto representou um desafio significativo. Profissionais recentemente integrados trabalharam lado a lado com equipas de vasta experiência internacional para garantir que a infraestrutura estivesse pronta dentro do prazo previsto. Todo este trabalho contou ainda com o apoio de especialistas provenientes de Espanha, Panamá e Equador. “Foi um excelente trabalho de equipa”, destaca o Mario. 

Um ano depois, os resultados confirmam o sucesso alcançado: 85.046 abastecimentos realizados, 99,9% de eficiência operacional e zero incidentes.

“Lima foi o nosso primeiro passo no Peru, mas acabou por se transformar numa grande experiência, com excelentes resultados”, conclui.

Um projeto que marca o início de uma nova etapa para a Exolum no Peru e reforça a nossa ambição de continuar a desenvolver infraestruturas estratégicas na América Latina.

Paris: no coração da aviação europeia

A incorporação do aeroporto de Paris-Charles de Gaulle, o principal aeroporto da União Europeia, representou mais um passo na consolidação internacional da Exolum. “Estar presentes aqui transmite uma mensagem clara sobre a nossa capacidade para operar infraestruturas críticas em alguns dos ambientes mais exigentes da Europa”, afirma Benoît Lamothe, diretor desta instalação aeroportuária.

O Benoît faz um balanço muito positivo deste primeiro ano de atividade. Em apenas seis meses, a equipa passou de uma para 32 pessoas. “Cumprimos os nossos compromissos em condições muito exigentes, sem interromper o serviço em nenhum momento, num contexto em que estávamos simultaneamente a construir uma empresa e uma equipa.  Criámos bases muito sólidas, tanto do ponto de vista técnico como humano”, explica. “Garantir a continuidade do serviço era uma obrigação absoluta e não foi fácil”, reconhece.

Ao longo deste primeiro ano, a equipa transformou as constantes inspeções regulamentares em oportunidades para melhorar as instalações e resolver problemas herdados que permaneciam sem solução há vários anos. “Queremos manter esta dinâmica de melhoria contínua muito para além da fase de arranque.  É uma atitude, e não um programa pontual”, sublinha Lamothe.

A concessão, com uma duração de 20 anos, permite-nos planear a longo prazo e consolidar a presença da Exolum em Paris, promovendo a excelência operacional e preparando as infraestruturas para a transição energética.

Conhecendo a…

"O espírito de equipa é um dos maiores pontos fortes da Exolum"

Antes de integrar a Exolum, o Rui Balixa serviu na Força Aérea Portuguesa. “A aviação é uma paixão que me acompanha desde sempre”, afirma. Por isso, continuar ligado a este universo através da nossa empresa representa para ele “um privilégio e uma fonte constante de motivação”. 

Os aviões fazem parte do entusiasmo diário do Rui Balixa. Esta paixão está presente na sua vida profissional, nos seus passatempos e no seu tempo livre. “Tenho a sorte de trabalhar num setor pelo qual sou verdadeiramente apaixonado, e isso faz toda a diferença na motivação com que enfrento cada dia“, explica. 

Rui Balixa

Chefe de Operações no Aeroporto Humberto Delgado, Lisboa 

Como foi a sua integração na Exolum?

Estou na empresa desde 1 de janeiro de 2024, embora já trabalhasse nesta instalação desde 2014, pelo que a transição foi bastante natural. A equipa que veio de Espanha para apoiar o arranque da operação em Portugal foi extraordinária. Foram dias e semanas exigentes, repletos de desafios, mas marcados pela boa disposição, pelo espírito de colaboração e pelo profissionalismo. 

Em que consiste o seu trabalho?

Como Chefe de Operações, sou responsável pela gestão das equipas de Supervisores e Operadores, garantindo o funcionamento correto das operações diárias da instalação. Entre as minhas principais responsabilidades estão a gestão dos stocks de combustível, a coordenação da receção dos camiões-cisterna e do abastecimento de combustível às aeronaves, bem como o acompanhamento de toda a atividade operacional.

O que mais gostas no seu trabalho diário?

Resolver os desafios que surgem e o facto de estar constantemente ligado ao mundo da aviação. Gosto de aprender, evoluir e procurar formas de melhorar os processos e os resultados, contribuindo para o sucesso da equipa e da empresa. Há sempre margem para fazer melhor, e essa é uma das minhas principais motivações. 

O que significa para si trabalhar na Exolum?

Significa fazer parte de uma empresa ambiciosa, com visão de futuro e vontade de crescer. Significa também assumir a responsabilidade de contribuir para o sucesso da instalação e, consequentemente, para os objetivos globais da empresa.

“Tenho a sorte de trabalhar num setor que me apaixona verdadeiramente e isso motiva-me”

O que mais valoriza na empresa?

A cultura de colaboração. Independentemente da distância ou da localização, há sempre disponibilidade para ajudar, partilhar conhecimento e encontrar soluções. Esse espírito de equipa é, sem dúvida, um dos maiores pontos fortes da Exolum.

Queremos conhecê-lo um pouco melhor. Como definiria a sua personalidade? 

Considero-me uma pessoa determinada, responsável e muito empenhada em tudo o que faço. Gosto de trabalhar com objetivos claros e procuro dar sempre o meu melhor. Valorizo muito o trabalho em equipa, a honestidade e o respeito pelas pessoas. Ao mesmo tempo, sou uma pessoa bem-disposta e gosto de criar um ambiente positivo à minha volta: o bom humor também faz parte de uma equipa de sucesso. 

Quais são os seus passatempos fora do trabalho?

Além do mundo da aviação, sou apaixonado pela fotografia. Também adoro viajar, de preferência de avião.

Como desliga do trabalho?

A melhor forma é passar tempo com o meu filho. É o mais importante que tenho. Jogar futebol, andar de bicicleta ou simplesmente estar com ele são momentos que me ajudam a recarregar energias e a colocar tudo em perspetiva. Mesmo nos dias mais exigentes, a alegria do meu filho faz com que tudo seja mais fácil.

Como gosta de passar o fim de semana?

Com a família e os amigos. Valorizo muito esses momentos de convívio, de partilha e de tranquilidade: são eles que me permitem manter o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal.

UM APAIXONADO POR AVIÕES

Tudo o que está relacionado com a aviação desperta o interesse do Rui, desde a história aeronáutica aos festivais aéreos, aos quais assiste sempre que pode. Em casa tem um simulador de voo e uma coleção de aviões com mais de 100 modelos diferentes. Também pratica aeromodelismo e possui mais de 10 aviões radiocomandados. 

En quatro linhas

Um lugar favorito:
Ilhas dos Açores.

Uma comida: 
Bife à Regional (prato tradicional dos Açores).

Uma canção:
Hino do Benfica.

Um filme ou série:
Top Gun, com Tom Cruise.

TransformAÇAO

GROW

Aterrámos na Madeira

Com a entrada em operação no Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo da Madeira, passámos a operar em 50 instalações aeroportuárias em todo o mundo, duas das quais em Portugal:  a Madeira junta-se ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Iniciámos a operação das instalações de armazenamento e distribuição de combustíveis de aviação e da rede de hidrantes do aeroporto da Madeira, gerido pela ANA (Grupo Vinci). Vamos investir mais de 4,5 milhões de euros até 2029 na construção de novas infraestruturas que aumentarão a capacidade de armazenamento da instalação para 1.300 m³

O contrato, com uma duração de sete anos, prorrogável até nove, inclui a operação integral da instalação de armazenamento de combustível e do sistema de hidrantes, com mais de um quilómetro de extensão e 32 pontos de abastecimento.

Este investimento permitirá aumentar para cinco dias a autonomia do aeroporto, reforçar a fiabilidade do abastecimento de combustível, melhorar a eficiência operacional, acompanhar o crescimento previsto do tráfego aéreo na região e facilitar a implementação dos combustíveis sustentáveis para a aviação (SAF).  

O investimento de 4,5 milhões de euros permitirá aumentar para cinco dias a autonomia do aeroporto

Soluções adaptadas

O início das operações na Madeira evidencia a nossa capacidade para desenvolver projetos complexos em localizações estratégicas e oferecer soluções adaptadas às necessidades de cada cliente.  

O nosso CEO, Javier Goñi, destacou: “Esta presença proporciona-nos um vasto conhecimento e uma sólida experiência na gestão aeroportuária na Europa e na América.  A aviação é uma área estratégica para a nossa empresa, na qual queremos continuar a crescer.”  

Três décadas de compromisso

Da esquerda para a direita: Juan Antonio DuránAntonio Cores Muradas, Juan Manuel Valverde Roca e Luis Ortiz Ortiz. 

Antonio Cores, Juan Manuel Valverde, Luis Ortiz e Juan Antonio Durán assinalam 30 anos na Exolum. Três décadas de dedicação, compromisso e trabalho que quisemos reconhecer com a entrega de um relógio que simboliza muito mais do que a passagem do tempo.

Quando o Antonio Cores entrou para a empresa, nunca imaginou que aqui desenvolveria toda a sua carreira profissional. Começou como abastecedor, foi promovido a supervisor e, ao longo dos anos, acumulou uma experiência que o ajudou na gestão e organização do trabalho. De todo este percurso, destaca o orgulho de fazer parte de “uma empresa reconhecida internacionalmente”. 

O Juan Manuel Valverde também não imaginava que acabaria por passar grande parte da sua vida profissional na Exolum. Como técnico auxiliar, valoriza especialmente a formação recebida ao longo destes anos, desde cursos de combate a incêndios até formação em riscos laborais e eletricidade. O que mais orgulho lhe dá é “pertencer a uma grande empresa com valores bem definidos”.

Uma vocação herdada

A história do Luis Ortiz tem uma componente muito especial. O seu pai trabalhou na antiga Campsa e, desde pequeno, soube qual era o seu sonho. “Desde criança que lutei para pertencer à Exolum”, recorda. Ao longo da sua carreira ocupou cargos de confiança e responsabilidade, algo pelo qual se sente profundamente grato. Destes anos leva, acima de tudo, a experiência adquirida e o valor do trabalho em equipa. 

O Juan Antonio Durán iniciou a sua carreira na empresa com apenas 23 anos. Desde então passou pelas instalações de Madrid-Barajas, Torrejón de Ardoz, Barcelona e Málaga. “Dizer que trabalho aqui enche-me de felicidade, a mim e à minha família.  Acima de tudo, gostava de deixar uma boa recordação”, diz. 

Aos que hoje iniciam a sua carreira profissional, os quatro homenageados deixam o mesmo conselho: paciência, perseverança e uma atitude positiva. Também concordam noutra coisa. Quando olham para trás, gostariam de ser recordados como bons colegas.

Trinta anos depois, este reconhecimento simboliza o valor de um percurso construído com esforço, dedicação e compromisso. Obrigado aos quatro por fazerem parte da nossa história. Parabéns!

NA REDE

Inteligência artificial: de assistente pessoal a motor autónomo do seu dia a dia

A inteligência artificial (IA) está a evoluir a uma velocidade vertiginosa: os assistentes que respondem a perguntas estão a transformar-se em agentes capazes de executar processos completos. Até que ponto podemos delegar na IA? Conheça as implicações que esta evolução tem na sua vida diária e no seu trabalho.  

Até há pouco tempo, ferramentas como o ChatGPT, Copilot ou Gemini funcionavam sobretudo como assistentes de conversação: pedíamos-lhes algo, elas respondiam e, se o resultado não estivesse exatamente certo, podíamos refiná-lo. Este modelo continua válido, mas já não representa o estado da arte. Estamos a viver uma mudança de paradigma. 

Julio de Moreta, Global Digital Strategy Lead, explica que os agentes capazes de executar processos completos conseguem encadear ações de forma sequencial para atingir um objetivo sem que o utilizador tenha de intervir em cada etapa. “Nas suas versões mais avançadas, podem operar de forma autónoma, ‘despertando’ mediante determinadas condições e executando processos por si próprios, sem intervenção constante do utilizador.”

Isto significa que passamos de consultar a IA para delegar na IA. Já não somos nós o elo do processo; somos nós que definimos o processo. 

Mudança de mentalidade

Este passo rumo à delegação de tarefas na IA merece reflexão. Para os colaboradores, significa deixar de utilizar a IA apenas para tarefas pontuais e começar a confiar-lhe parte do trabalho. “Isto altera a forma como organizamos o nosso dia: menos microtarefas e maior foco em decidir o que queremos que aconteça, definir os desafios e controlar a qualidade do resultado”, explica o Julio de Moreta. 

Já existem atividades que delegamos a agentes capazes de executar tarefas completas, sobretudo as mais repetitivas e estruturadas: preparar relatórios, redigir e-mails, acompanhar processos ou recolher informação. “Nessas tarefas, a IA já funciona muito bem; diria mesmo que atingimos um nível de perfeição impressionante.  Liberta-nos tempo para nos concentrarmos naquilo que realmente acrescenta valor.” 

Utilização inteligente e sentido crítico

Os utilizadores enfrentam agora vários dilemas: se a IA consegue fazer cada vez mais coisas por nós, como decidimos o que devemos delegar e o que continua a ser da nossa responsabilidade? Para o Julio, a regra é simples: “Delegamos a execução, mas não o critério.  A IA pode fazer, mas não decide por si.  O contexto, a validação e a responsabilidade continuam a ser humanos, é o utilizador quem continua a ser o responsável final por qualquer ação executada por uma IA em seu nome; nunca o devemos esquecer.”  

Também devemos ter presente que  cada interação com a IA tem um custo. Para fazer uma utilização eficiente destas ferramentas, tanto na empresa como no dia a dia, deixa um conselho: utilizá-las com intenção: “Antes de lançar algo, é importante pensar bem no que precisamos, porque as plataformas da IA alteraram o seu modelo de negócio e passaram a cobrar pela utilização: já não existem tarifas planas com utilização ilimitada de tokens.  Quanto mais claro for, menos iterações serão necessárias e menor será o custo.  Não se trata de usar mais a IA, mas de a usar melhor.”

“Delegamos a execução, mas não o critério. A IA pode fazer, mas não decide por si. O contexto, a validação e a responsabilidade continuam a ser humanos”

Julio de Moreta

Global Digital Strategy Lead

Risco e controlo: supervisionar a IA

À medida que os sistemas se tornam mais autónomos, devemos ter em conta os possíveis riscos para utilizar estas tecnologias de forma segura e responsável no nosso trabalho. O principal risco é perder a visibilidade sobre aquilo que a IA está a fazer. Por isso é fundamental supervisionar, validar e compreender o processo. A chave está em tirar partido da sua capacidade sem abdicar do controlo.

O Julio de Moreta alerta para o perigo de conceder à IA mais acessos do que aqueles de que realmente necessita sem termos consciência disso. “Executar agentes de IA com acesso local ao nosso computador, às nossas credenciais ou à informação pessoal não é uma boa prática.  O mais seguro é trabalhar em ambientes empresariais controlados na cloud, como o da Exolum, onde existem camadas de segurança, rastreabilidade e controlo.  Podemos tirar partido das capacidades que a IA nos oferece, mas sempre em ambientes onde os acessos e os dados estejam devidamente governados”, conclui.

Utilização no dia a dia: mais capacidade, mais responsabilidade

Para além do contexto profissional, a IA tornou-se também numa ferramenta útil na vida quotidiana, capaz de ajudar a organizar viagens ou atividades, facilitar a aprendizagem de conceitos complexos, apoiar a gestão das finanças pessoais ou até preparar entrevistas e desenvolver competências. No entanto, este aumento de capacidade vem acompanhado de uma maior necessidade de utilização responsável, uma vez que o seu impacto nas decisões pessoais é cada vez mais direto. 

TENDÊNCIAS

“A proximidade devolve tempo às pessoas e reforça os laços sociais"

Para o Carlos Moreno, a proximidade é fundamental para o futuro das grandes cidades. O seu conceito da cidade dos 15 minutos tornou-se uma referência internacional para ganhar tempo e qualidade de vida, reduzir as deslocações e tornar as cidades mais habitáveis e sustentáveis.

Como queremos viver nas nossas cidades? Este é um dos grandes desafios do século XXI abordados pelo Carlos Moreno, um dos urbanistas mais influentes do mundo. Nascido na Colômbia, em 1959, reside em França desde 1979. Professor e investigador, é diretor científico da Cátedra «Empreendedorismo, Território e Inovação» da escola de negócios IAE Paris Sorbonne. Autor do livro “A Cidade dos 15 Minutos”, este especialista tem aconselhado responsáveis políticos e profissionais de alto nível em todo o mundo.

Carlos Moreno, professor e investigador no IAE Paris Sorbonne. WRI Ross Center Prize for Cities

CARLOS MORENO

URBANISTA

Como definiria a cidade dos 15 minutos?

Trata-se de um modelo urbano que procura garantir que as pessoas tenham acesso às funções essenciais da vida — viver, trabalhar, aprender, cuidar, abastecer-se e usufruir do tempo livre — a uma curta distância, a pé ou de bicicleta. Mais do que uma questão de distância, é uma questão de tempo e de qualidade de vida.

Qual seria a mudança mais transformadora?

A proximidade, porque devolve tempo útil às pessoas e reforça os laços sociais. 

De onde vimos em matéria de urbanismo?

Durante décadas, as nossas cidades organizaram-se em torno da velocidade e da especialização dos espaços: bairros para viver, zonas para trabalhar e grandes centros comerciais para consumir. Este modelo aumentou as distâncias e a dependência do automóvel.

O que propõe a cidade dos 15 minutos?

Uma nova organização baseada na acessibilidade e na qualidade de vida quotidiana. Não procura reduzir a dimensão da cidade, mas aproximar oportunidades e serviços, para que cada pessoa disponha de mais tempo para si, para a sua família e para a sua comunidade.

As estruturas são diferentes em cada país. Como melhorar a qualidade de vida nos bairros?

Não existe uma receita única, mas há princípios comuns: combinar diferentes usos urbanos, reforçar os serviços públicos de proximidade, melhorar o espaço público, criar mais espaços verdes e facilitar a mobilidade ativa. É igualmente fundamental apoiar o comércio local e os equipamentos culturais, educativos e desportivos, para que cada bairro seja mais completo, inclusivo e dinâmico.

Qual é a chave para alcançar este objetivo?

Trabalhar a partir da vida quotidiana das pessoas: quando uma família consegue encontrar uma escola, um centro de saúde, um parque, uma biblioteca ou um comércio de proximidade sem necessidade de realizar longas distâncias. É igualmente importante recuperar espaços públicos de qualidade, onde as pessoas se possam encontrar e conviver.

Estas intervenções exigem grandes obras?

Não. Muitas vezes, trata-se de transformações graduais que gerem benefícios imediatos para a coesão social, a saúde e a sustentabilidade.

Algumas críticas à cidade dos 15 minutos apontam para o risco de isolamento.

Essa é uma interpretação errada. A cidade dos 15 minutos não é uma cidade fechada, mas sim aberta e interligada. Não pretende limitar a mobilidade, mas oferecer alternativas. As pessoas continuarão a deslocar-se por motivos de trabalho, lazer, cultura ou relações pessoais, mas deixarão de ser obrigadas a percorrer longas distâncias para satisfazer necessidades básicas. O objetivo é que deslocar-se na cidade seja uma escolha, e não uma obrigação permanente.

Um dos aspetos mais complexos é o tempo de deslocação entre o local onde vivemos e o local onde trabalhamos.

A solução passa por combinar várias estratégias: promover o teletrabalho sempre que possível, desenvolver centros de atividade distribuídos por toda a cidade, aproximar o emprego da habitação e melhorar os transportes públicos. Nem todas as deslocações desaparecerão, mas é possível reduzir os trajetos longos e obrigatórios que consomem tempo, energia e qualidade de vida. Reduzir esse tempo não é apenas uma questão de mobilidade, mas também de bem-estar, produtividade, igualdade e saúde pública.

Até que ponto podem os cidadãos ter voz na transformação urbana?

Os cidadãos são atores fundamentais; conhecem melhor do que ninguém os pontos fortes e as fragilidades dos seus bairros. Não devem apenas ser consultados, mas também participar ativamente na conceção dos projetos e na definição das prioridades. As cidades mais inovadoras são aquelas que conjugam liderança política, compromisso empresarial e participação cidadã para construir soluções partilhadas e duradouras.

O que é necessário para concretizar este conceito?

Mudanças nos hábitos do quotidiano que exigem diálogo e corresponsabilidade. A cidade dos 15 minutos não é um projeto imposto de cima para baixo, mas uma construção coletiva baseada na confiança e na participação democrática.

O caso de sucesso de Paris

Paris é uma das cidades que ampliou as infraestruturas cicláveis, recuperou espaço para os peões, aumentou significativamente as zonas verdes em numerosos bairros e reforçou os equipamentos de proximidade. “Talvez o principal ensinamento seja que a transformação urbana pode ser realizada de forma progressiva e tangível”, afirma o Carlos Moreno. “Para além das infraestruturas, a mudança consistiu em colocar a qualidade de vida e o tempo humano no centro das políticas urbanas.  Essa é a verdadeira essência da cidade dos 15 minutos.” 

“O objetivo é que deslocar-se na cidade seja uma escolha, e não uma obrigação permanente”

Segurança e Saúde

Wellness

pequenas mudanças, grandes resultados

Melhorar a saúde, a energia e a concentração sem grandes esforços nem investimentos: esta é a promessa do biohacking, uma tendência que propõe otimizar o corpo e a mente através de pequenos ajustes no dia a dia, particularmente úteis quando chega o calor. 

Otermo biohacking nasce da ideia de modificar ou ajustar o funcionamento biológico do corpo para melhorar o seu desempenho. Embora possa parecer futurista, muitas das suas práticas são quotidianas e acessíveis. Desde melhorar a qualidade do sono até potenciar a concentração no trabalho, esta abordagem procura aplicar o conhecimento científico aos hábitos diários para obter resultados reais e concretos na saúde física, mental e emocional. 

Alguns atletas de elite já recorrem a esta otimização da biologia. O tenista sérvio Novak Djokovic adaptou a sua alimentação, isenta de glúten, ao seu perfil genético para melhorar a digestão e potenciar a energia e a capacidade de recuperação. Já o basquetebolista norte-americano LeBron James utiliza câmaras hiperbáricas para acelerar a recuperação muscular. A estrela dos Los Angeles Lakers combina tecnologia avançada, uma alimentação muito rigorosa e uma gestão otimizada do descanso. 

Estas figuras públicas popularizaram estas e outras técnicas, mas algumas podem ser facilmente incorporadas nas nossas rotinas diárias sem recurso a tecnologia avançada, como a termorregulação. 

Ajustar o termóstato do corpo

Uma das práticas de biohacking mais comuns é a termorregulação que expõe o corpo, de forma controlada, a temperaturas extremas – frio ou calor – para gerar respostas adaptativas que fortalecem o sistema imunitário, melhoram a circulação, reduzem a inflamação e favorecem a concentração. Desta forma, promove-se o desempenho, a recuperação e o bem-estar. 

PRÁTICAS ÚTEIS PARA O DIA A DIA

OTIMIZAR O SONO:

Manter horários regulares, evitar ecrãs antes de dormir e controlar a temperatura do quarto são hábitos que melhoram significativamente a recuperação durante a noite.

DAR PRIORIDADE A UMA NUTRIÇÃO ESTRATÉGICA:

Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, incorporar alimentos anti-inflamatórios ou experimentar práticas como o jejum intermitente são mudanças simples que têm um impacto direto na energia e no bem-estar.

RESPIRAR DE FORMA CONSCIENTE:

As técnicas de respiração controlada ajudam a reduzir o stress, aumentam a capacidade pulmonar e melhoram a concentração.

UTILIZAR ‘WEARABLES’ E TECNOLOGIA:

Dispositivos como relógios inteligentes ou anéis de monitorização permitem obter dados sobre o sono, a frequência cardíaca ou a atividade física, ajudando a tomar melhores decisões relativamente à nossa saúde. 

COMO O CALOR NOS AJUDA

Se vive ou vai passar férias a uma região do planeta onde os meses de julho e agosto são frios, a sauna pode ser uma excelente aliada, contribuindo para o fortalecimento do sistema imunitário. Sessões regulares de 15 a 20 minutos estão associadas a melhorias cardiovasculares e a uma maior produção de proteínas de choque térmico, que ajudam a reparar e proteger as células. Um banho quente prolongado produz um efeito semelhante, embora em menor escala, e contribui ainda para facilitar o sono.

A doutora em Ciências Biomédicas e especialista em microbiota, Sari Arponen, afirma que a exposição ao frio ou ao calor, com bom senso e respeitando as características de cada pessoa, reforça a nossa saúde, porque um certo nível de desconforto torna-nos mais fortes.

O mais eficaz é combinar ambos os estímulos. O contraste térmico potencia os benefícios de cada um deles: ativa intensamente a circulação e proporciona uma notável sensação de energia e clareza mental.

BENEFÍCIOS DA ÁGUA FRIA

Nos verões mais quentes, a nossa termorregulação pode passar pela água fria. Basta terminar o duche habitual com 30 segundos de água quase fria e aumentar gradualmente esse tempo.

Diversos estudos associam esta prática a uma maior ativação do sistema nervoso, à redução do stress e a uma melhor recuperação muscular.

Quem pretender ir mais longe pode experimentar banhos de gelo ou recorrer à crioterapia profissional.   

Safety​

Safety Day: reforçamos o nosso compromisso com a segurança

Assinalando o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado a 28 de abril, realizámos uma nova edição do nosso Safety Day.
Ao longo de duas sessões, uma em espanhol e outra em inglês, refletimos sobre o valor mais importante da Exolum: a segurança.

O evento contou com a participação do nosso CEO, Javier Goñi, que recordou que a segurança é um princípio inegociável na nossa forma de trabalhar. “Não existe qualquer objetivo operacional, resultado financeiro ou prazo que justifique comprometer a segurança”, afirmou. Em conjunto com o Jesús Manso, Global HSSEQ Lead (presente em ambas as sessões), foi igualmente reforçada a mensagem de que a segurança se constrói todos os dias através das nossas decisões e comportamentos, apoiando-nos nas Safety Foundations e no programa de liderança no terreno FVCC (Field Verification of Critical Controls).

Na mesma linha, o Ricardo Ribó, HSSEQ Lead, e a Adriana Sánchez-Cervera, COE HSSE, apresentaram a iniciativa “Seja Consciente”, uma ferramenta concebida para ajudar a identificar, gerir e prevenir riscos através de um convite simples: parar, pensar e perguntar antes de agir.

Em cima, Alan Edwards e Jesús Manso. Em baixo, da esquerda para a direita, Javier Goñi, Adriana Sánchez-Cervera e Ricardo Ribó. 

A sessão incluiu também uma atividade prática destinada a reforçar a consciência para a segurança em todas as vertentes da nossa vida, tanto dentro como fora do contexto profissional.

Na sessão em inglês, o Alan Edwards, NWE HSSE Lead, apresentou a iniciativa Excellent Safety Coaching, através da qual a equipa de H&S acompanhou equipas da linha da frente para conhecer os seus desafios diários e reforçar práticas de trabalho seguras. “Não estão aqui para auditar nem para inspecionar: podem relaxar, confiar e trabalhar em conjunto”, destacou.

A jornada serviu para recordar que a segurança não depende apenas dos processos ou das ferramentas. É uma responsabilidade partilhada, faz parte da nossa cultura e orienta cada uma das nossas decisões.

Ainda não assistiu ao evento? Convidamo-lo a aceder às gravações e a descobrir as principais mensagens partilhadas durante a jornada.

Aceda à gravação dos eventos

espanholinglês

Implicados

FEEL green

Celebrámos o Dia Mundial do Ambiente: Vamos agir hoje!

Todos os anos, a 5 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Ambiente, uma iniciativa promovida pelas Nações Unidas que nos convida a refletir sobre o impacto das nossas ações e sobre o papel que todos podemos desempenhar na proteção do planeta.

Sob o lema “Vamos agir hoje para garantir o amanhã”, na Exolum associámo-nos a esta iniciativa para recordar que os pequenos gestos também contam e que cada ação contribui para construir um futuro mais sustentável.

Para assinalar esta data, este ano oferecemos às nossas equipas uma agenda reciclada e plantável. Quando terminarem de a utilizar, poderão plantar as suas capas, que contêm sementes de petúnia, dando-lhes uma segunda vida.

Além disso, queremos continuar a promover ações sustentáveis com impacto real. Em Espanha, lançámos um concurso no qual iremos sortear três bicicletas entre as pessoas que participarem num dos três desafios propostos. O objetivo é simples: partilhar, através de uma fotografia, pequenos gestos do quotidiano que demonstrem como consumimos de forma responsável, reduzimos a nossa pegada ambiental ou inspiramos outras pessoas a adotar hábitos mais sustentáveis.

Tem todo o verão para participar. Pode enviar todas as fotografias que desejar até ao dia 4 de setembro. Basta enviá-las para comunicacion.interna@exolum.com, indicando o desafio em que participa, para ficar habilitado ao sorteio das bicicletas.

Obrigado por fazer parte desta iniciativa e por contribuir, através de pequenos gestos, para gerar um impacto positivo!

Sabia que carregar o telemóvel durante toda a noite pode representar um consumo de energia desnecessário? A maioria dos dispositivos atuais atinge a carga completa muito antes de terminar a noite. Desligar o carregador quando já não é necessário, ou utilizar funções de carregamento inteligente ou temporizadores, é uma forma simples de reduzir o consumo de energia. Pequenos hábitos como este podem fazer a diferença. Experimente incluí-lo na sua rotina diária!

DE&I

Orgulhamo-nos de promover a diversidade e a inclusão

Uma vez mais, assinalámos o Dia Internacional do Orgulho LGBTIQ+ com diversas iniciativas ao longo do mês de junho, reafirmando o nosso compromisso com a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo, respeitador e diverso.

Entre as atividades organizadas durante o Mês do Orgulho, destacaram-se duas sessões centradas em dar visibilidade à comunidade LGBTIQ+ e em refletir sobre a sua realidade no contexto profissional. 

Na Iberia organizámos o webinar “Construindo Inclusão: aprendizagens do percurso LGBTI+ da Deloitte”, no qual vários profissionais da empresa partilharam a sua experiência na promoção de iniciativas de diversidade e inclusão, bem como o desenvolvimento da sua rede de afinidade.

Na NWE realizou-se o webinar “Inclusão das pessoas bissexuais: como gerir a identidade no contexto profissional”, que contou com a participação da Jennifer Wilkinson, presidente da Pride Alliance na NWE, juntamente com representantes de outras organizações que partilharam experiências e boas práticas.

Pelo terceiro ano consecutivo, realizámos também os já tradicionais Pequenos-almoços Arco-Íris, espaços de encontro e conversa que promovem o diálogo e a sensibilização para a inclusão da comunidade LGBTIQ+. Partilhámos ainda o Guia dos Aliados, um recurso prático para promover ambientes mais inclusivos, e convidámos todos os colaboradores a aderirem ao Manifesto da Pride Alliance e a incorporarem o logótipo Pride na assinatura dos seus e-mails, como demonstração de apoio e compromisso.

Jennifer Wilkinson: "Ninguém deveria sentir-se sozinho por ser quem é"

“Compreender a minha sexualidade deixou de ser uma questão de rótulos para passar a ser um processo de aceitação e de honestidade comigo própria”, explicou a Jennifer Wilkinson numa entrevista publicada na intranet da Exolum. A Jennifer recordou que assumir publicamente a sua orientação sexual foi uma experiência “muito emotiva e bastante assustadora”, embora tenha contado sempre com o apoio da sua família. Hoje sente-se orgulhosa por contribuir para a criação de espaços onde todas as pessoas se possam sentir seguras, respeitadas e representadas: “Ninguém deveria sentir-se sozinho por ser quem é.”

Aceda ao manifesto

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Aceda aos webinars

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Promovemos a diversidade geracional com o programa Next Gen

No âmbito do Mês da Diversidade, destacamos a riqueza que resulta da convivência entre diferentes gerações na Exolum. Aprender uns com os outros é uma das melhores formas de continuarmos a crescer enquanto equipa.

O programa Next Gen é uma iniciativa de mentoria inversa e de aprendizagem bidirecional que aproxima pessoas de diferentes gerações e áreas da empresa para partilharem perspetivas, experiências e diferentes formas de encarar o trabalho e os nossos valores.

Em 2025, catorze pessoas em Espanha participaram nesta iniciativa. Dois profissionais mais experientes, Roberto Tomillo e Pau Jordi Serra, e duas profissionais das novas gerações, Raquel Díez Hontecillas e Marlene Regato, partilharam a sua experiência no programa durante um webinar em que refletiram sobre o valor da aprendizagem mútua.

Os quatro concordaram na importância de combinar o conhecimento e a experiência dos profissionais seniores com a capacidade de inovação e o domínio das novas tecnologias das gerações mais jovens. Como referiu a Raquel: “Quando deixamos de lado os preconceitos e combinamos o melhor de ambas as gerações, os resultados são melhores.” O Roberto, o seu colega no programa, acrescentou: “O segredo está em trabalhar em equipa, fazendo com que tudo some e multiplique.”

Para a Marlene, “As diferenças geracionais não são uma barreira, mas sim uma oportunidade para nos complementarmos e aprendermos uns com os outros.” Por sua vez, o Pau concluiu: “Uma boa equipa constrói-se através da compreensão mútua e da confiança.”

Obrigado a todas as pessoas que fizeram parte desta iniciativa!

Juntámo-nos ao movimento HeForShe da ONU Mulheres

Na Exolum aderimos ao movimento HeForShe da ONU Mulheres Espanha, uma iniciativa global que convida os homens a utilizarem a sua influência para promover a igualdade de género e incentivar uma participação ativa na construção de uma sociedade mais igualitária.

O HeForShe procura envolver pessoas, empresas e instituições como agentes de mudança, promovendo um compromisso partilhado para avançar rumo a ambientes mais inclusivos, diversos e equitativos.

Esta iniciativa está alinhada com a nossa estratégia de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I), através da qual promovemos uma cultura assente na igualdade de oportunidades, na liderança inclusiva e na participação ativa, para que cada profissional possa desenvolver todo o seu potencial no seu ambiente de trabalho.

FEEL BETTER

Promovemos o talento jovem em parceria com a Escola Superior de Música Reina Sofía

Reforçamos o nosso compromisso com a educação, o talento e o mecenato cultural através de um acordo com esta instituição de referência internacional na formação de jovens músicos, apoiando o seu desenvolvimento académico e profissional.

Em linha com o nosso propósito de gerar um impacto positivo na sociedade, celebrámos um protocolo com a Escola Superior de Música Reina Sofía, que reforça a colaboração já existente e permitirá financiar uma bolsa destinada a facilitar o acesso a uma formação musical de excelência.

A Bolsa Exolum será atribuída anualmente a estudantes com elevado potencial artístico. Na sua primeira edição, o beneficiário foi o jovem violinista Diego Sánchez Mangas. “Esta bolsa representa uma oportunidade única para me desenvolver musical e pessoalmente, rodeado de artistas e professores da mais elevada qualidade, e para conhecer muitas pessoas com quem poderei criar ligações e construir relações no mundo da música”, afirmou. “Sonho poder viver da música e partilhá-la com o maior número possível de pessoas”, acrescentou.

Durante a cerimónia de assinatura do acordo, a fundadora e presidente da Escola Superior de Música Reina Sofía, Paloma O’Shea, destacou a importância do apoio das empresas e das instituições para continuar a proporcionar uma formação de excelência às novas gerações de músicos. “É com grande satisfação que damos as boas-vindas à Exolum como mecenas”, afirmou.

Por sua vez, o Javier Goñi, CEO da Exolum, declarou: “Com este acordo reafirmamos o nosso compromisso com a formação, a promoção do talento jovem e o incentivo à cultura enquanto motor de progresso.  Apostar no desenvolvimento das novas gerações faz parte da responsabilidade que as empresas têm para com a sociedade.”

Com esta iniciativa, a Exolum continua a promover projetos que contribuem para o desenvolvimento educativo, cultural e social, apoiando jovens talentosos para que possam desenvolver todo o seu potencial.

Diego Sánchez Mangas
Violinista

“Sonho poder viver da música e partilhá-la”

A NWE reforça o papel do seu Comité de Saúde Mental

Felicitamos a Joanne Howard, coordenadora de Pessoas, Benefícios e Bem-Estar da NWE, pela sua nomeação como nova presidente do Comité de Primeiros Socorros em Saúde Mental (MHFA), sucedendo a Jamie Cadden, cuja liderança contribuiu para promover uma cultura mais aberta e próxima em torno da saúde mental.

Além disso, por ocasião da Semana de Sensibilização para a Saúde Mental, a equipa de liderança da NWE participou no workshop “Apoiar a saúde mental no local de trabalho”, uma iniciativa que lhes permitiu conhecer de perto o impacto do programa MHFA e refletir sobre a forma de continuar a promover o bem-estar das suas equipas.

Patrocinámos os Prémios do Fundo de Beneficência da RAF 2026

Pelo segundo ano consecutivo, apoiámos os Prémios do Fundo de Beneficência da RAF, da Royal Air Force do Reino Unido, que este ano celebraram a sua décima quarta edição em Londres.

Durante a cerimónia, o Paul Scullard, diretor de IT/OT da NWE, entregou o prémio para Formação ou Esquadrão do Ano, atribuído ao Esquadrão 27 da RAF Odiham. Além disso, a Exolum foi finalista na categoria de Reconhecimento Especial.

Doação ao Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru

Acreditamos no valor de todos aqueles que dedicam o seu tempo e esforço a cuidar dos outros. Por isso, efetuámos uma doação ao V Comando Departamental de Callao, em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente pelos homens e mulheres que integram o Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru.

Com este apoio pretendemos igualmente contribuir para o bem-estar das suas famílias. Na cerimónia de entrega estiveram presentes os nossos colegas Mario González e Jacqueline Cerna, em representação da equipa da Exolum no Peru.

Participámos no XXIX Torneio Interportos Cidade de Huelva

Entre os dias 14 e 16 de maio, participámos no XXIX Torneio Interportos Cidade de Huelva, o maior encontro desportivo do setor portuário espanhol. O evento reuniu profissionais das 28 Autoridades Portuárias e dos Puertos del Estado, promovendo o desporto, o convívio e o trabalho em equipa.

A nossa participação reflete o compromisso da Exolum com a colaboração e o fortalecimento das relações entre os profissionais do setor. Agradecemos ao Porto de Huelva a organização do torneio e, em especial, à nossa chefe de instalação, a María José Muñiz, por impulsionar esta iniciativa na Exolum.

Colaborámos para impulsionar a investigação contra o cancro infantil

Como parte do nosso Plano de Ação Social, colaborámos com a Fundação INTHEOS no financiamento de um projeto de investigação sobre cancro infantil desenvolvido no Hospital Universitário HM Montepríncipe.

Graças à aplicação da genética, mais de 57 % dos doentes pediátricos participantes obteve um benefício clínico direto. Além disso, o projeto está a contribuir para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e menos tóxicos, melhorando as opções terapêuticas disponíveis para os doentes.

Com iniciativas como esta, continuamos a apoiar projetos que geram um impacto positivo na sociedade e contribuem para o avanço da investigação médica.

Participámos na Corrida Madrid en Marcha Contra el Cáncer

Em abril participámos na XIII Corrida Madrid en Marcha Contra el Cáncer, para apoiar o trabalho da Associação Espanhola Contra o Cancro.

Sob o lema “Demos um passo”, colaboradores da Exolum integraram uma iniciativa solidária que reuniu cerca de 35 000 participantes nas ruas de Madrid para apoiar a investigação, acompanhar doentes e familiares e promover a prevenção do cancro.

A nossa participação reflete o compromisso da Exolum com iniciativas que contribuem para melhorar a qualidade de vida das pessoas e geram um impacto positivo na sociedade.

DESCUBRA

Viajar, a grande aventura humana

Com a chegada das férias, chega também o momento alto do turismo. Partilhamos consigo algumas curiosidades sobre esta atividade, cuja história remonta à Antiguidade.

Na Antiguidade, algumas pessoas já viajavam por prazer: deslocavam-se para participar em festividades, visitar estâncias termais, banhos públicos e assistir a espetáculos, como os Jogos Olímpicos na Grécia.

Na Idade Média, cidades como Santiago de Compostela, Roma ou Jerusalém recebiam milhares de peregrinos, o que impulsionou o desenvolvimento de rotas, hospedarias, mercados e serviços destinados aos viajantes.

Nos séculos XVII e XVIII, tornou-se moda entre os jovens mais abastados da Europa partir em viagem para aprender. Durante o Grand Tour, percorriam cidades como Paris, Veneza, Florença ou Roma, absorvendo arte, línguas e cultura. Este costume contribuiu para consolidar muitos dos destinos clássicos que continuam hoje a atrair visitantes.

Em 1841, Thomas Cook organizou uma das primeiras viagens de grupo com bilhete e itinerário previamente definidos, uma ideia que transformou para sempre a forma de viajar e deu origem às agências de viagens.

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